terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Bob
Bateu um vento.
E junto com ele uma notícia, que não caudsou nem alegria nem dor.Será que estou anestesiada?
Não, não estou.Veio o vento e junto com ele a nostalgia.Depois de dois longos anos, depois de estar quase aceitando o destino de ficar sem você.Depois de tantos questionamentos, incertezas e silêncios, a nostalgia trz junto com a notícia um olhar novo para mim.
Não penso em você como antes.
Não objetivo você como antes.
Nem sei se um dia eu te quis de verdade.Talvez fosse mentira, talvez ferscura de adolescente, talvez bobagem.
Sua existência me causa uma sensação gostosa, seu olhar (que a tanto tempo não vejo) é inigualável, você é puramente provocante.
Dois anos sem notícias, sem nada.Apenas o meu "eu" privado do seu "eu".E este vento maldito torturador faz isto comigo.
Não sei o que está por vir.
Mas, que Deus faça o que é certo.
sábado, 16 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Não vou te deixar "SER"
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Do it
Silêncio de Deus

“Já tenho escrito que o meu silêncio é feito de gritos abafados. Mas a vida é apenas um arrendamento provisório - um parêntese entre dois insondáveis infinitos.”
Incompreensível para muitos.
Mas definitivamente o silêncio me consome. Ele responde por mim, quando não tenho resposta, ele exibe o meu ponto de vista, ele expõe a minha indignação ou a minha aceitação. Ele me mostra o que é real, o que é puramente racional e, entendo que a razão é sustentada através de fatos.
Só o silêncio consegue exibir o lado impuro das palavras e, ainda me convence disto. Eu, que sou amante da sintaxe me prosto ao silêncio mais profundo quando preciso encontrar Deus. E, percebo que fico mais próxima Dele quando não uso palavras, pois, Ele sabe que a própria palavra tem um peso semântico vasto. Portanto, se chego à Ele só usei o silêncio da minha alma impura e perversa, e consigo ser verdadeiramente eu, sem mentiras, sem armaduras, sem engano. Ele me vê como sou, e decide por Si mesmo se quer me amar mesmo assim e, para minha surpresa, Ele sempre me ama.
E me convenço a cada instante da existência de Cristo.
Mas, garanto que o silêncio do homem não machuca tanto quanto o silêncio de Deus.
Experiência própria.
Incompreensível para muitos.
Mas definitivamente o silêncio me consome. Ele responde por mim, quando não tenho resposta, ele exibe o meu ponto de vista, ele expõe a minha indignação ou a minha aceitação. Ele me mostra o que é real, o que é puramente racional e, entendo que a razão é sustentada através de fatos.
Só o silêncio consegue exibir o lado impuro das palavras e, ainda me convence disto. Eu, que sou amante da sintaxe me prosto ao silêncio mais profundo quando preciso encontrar Deus. E, percebo que fico mais próxima Dele quando não uso palavras, pois, Ele sabe que a própria palavra tem um peso semântico vasto. Portanto, se chego à Ele só usei o silêncio da minha alma impura e perversa, e consigo ser verdadeiramente eu, sem mentiras, sem armaduras, sem engano. Ele me vê como sou, e decide por Si mesmo se quer me amar mesmo assim e, para minha surpresa, Ele sempre me ama.
E me convenço a cada instante da existência de Cristo.
Mas, garanto que o silêncio do homem não machuca tanto quanto o silêncio de Deus.
Experiência própria.
For a milkshake like consistency ...
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Me deixa em paz, porra!

Era uma manhã quente de domingo oco.
Acordei com o sol gritando na minha cara.
Resolvi colocar aquela calça de moletom velho manchado de cândida e ir à padoca.
Estava levemente revoltada com o fato de terem cancelado as minhas míseras férias do trabalho, pois tinha feito inúmeros planos, inclusive o de ir à padoca de calça de moletom manchado. Estava decidida a quebrar meus próprios tabus.
Mesmo sem férias, descambei a rumo da padaria. De chinelo, sem maquiagem e sem sutiã. O sutiã não fazia muita falta, uma vez que não tenho quase nada para ser segurado, apenas umas pequenas “peras” que Deus me deu. Não me conformo com essa regulagem e insisto em usar bojos em tamanhos avassaladores, cerca de 500 metros de almofada, só para ver se consigo ficar com mais peitos.
Fechei o portão com sutileza, para não ser percebida pelos vizinhos.
Desnecessário. Eles me viram. E logo se puseram a dizer que eu deveria comprar pão no “mercadinho” ali em cima e não na padaria.
Puta merda, e quem disse que eu estava a comprar pães?
E se eu tivesse indo comprar uma tapioca ou uns cigarros de maconha?
Porque insistem em cuidar da minha vida?
Só faltavam dizer que eu estava sem sutiã também!!!
Qual será o conceito de privacidade das pessoas?
Ah! Pô vai à merda!
Acordei com o sol gritando na minha cara.
Resolvi colocar aquela calça de moletom velho manchado de cândida e ir à padoca.
Estava levemente revoltada com o fato de terem cancelado as minhas míseras férias do trabalho, pois tinha feito inúmeros planos, inclusive o de ir à padoca de calça de moletom manchado. Estava decidida a quebrar meus próprios tabus.
Mesmo sem férias, descambei a rumo da padaria. De chinelo, sem maquiagem e sem sutiã. O sutiã não fazia muita falta, uma vez que não tenho quase nada para ser segurado, apenas umas pequenas “peras” que Deus me deu. Não me conformo com essa regulagem e insisto em usar bojos em tamanhos avassaladores, cerca de 500 metros de almofada, só para ver se consigo ficar com mais peitos.
Fechei o portão com sutileza, para não ser percebida pelos vizinhos.
Desnecessário. Eles me viram. E logo se puseram a dizer que eu deveria comprar pão no “mercadinho” ali em cima e não na padaria.
Puta merda, e quem disse que eu estava a comprar pães?
E se eu tivesse indo comprar uma tapioca ou uns cigarros de maconha?
Porque insistem em cuidar da minha vida?
Só faltavam dizer que eu estava sem sutiã também!!!
Qual será o conceito de privacidade das pessoas?
Ah! Pô vai à merda!
Meu amigo J.Papinha

Dedido esta postagem ao meu amigo J.Papinha.
Este tão gracioso e meigo é apaixonado por um sonho já antigo, ou melhor, seu carro antigo.
Quem já não ouviu J.Papinha devanear horas e horas a fio pensando em como conseguir seu tão sonhado FORD LANDAU?!Garanto que todos já foram submetidos a este assunto.
J.Papinha é falador, é capaz de repetir o mesmo assunto o dia inteirinho.Além disso, tem um coração tão mole...fala sério, hein?!
Esses romances de J.Papinha.Romances intermináveis...e os amigos aqui...aconselhando-o em todo tempo.
Ah! Não posso esquecer aquele cantinho secreto...hum...para reuniões de amigos, ( a única coisa irritante é aquele garçom analfabeto e surdo e, que não deixa você comer em paz e, muito menos pegar um pedaço de pizza com as suas próprias mãos.Eu sei que o intuito dele é agir como se fossemos inválidos e impedidos de pegar um pedaço de pizza!!!
Xulisca!!!!E aquela sacolinha véia, azul e cheia de estrelas e sol, que ele carrega para cima e para baixo?! Quem já não notou, hein?!
Fora aquele V3 que ninguém pode chegar perto.
Ah! Relembrando...ele escreve tudo certinho no msn.
Ele descobre coisas secretas para mim, com seus trambiques intermináveis.
Ele vai ao médico comigo e, fica torcendo para eu levar uma injeção.
A gente sai correndo para pegar o ônibus, como nos tempos do Coteba.
Fora as nossas Bohemias comemorativas....
Enfim, foi muito bom ter te reencontrado, J. Papinha, nós que nos conhecemos desde os tempo das Chiquititas...quase uns dez anos atrás...
Saiba que eu acredito no seu sonho...putz...ainda vou andar de FORD LANDAU (preto).
Sinto muito
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Lispector
"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."
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